Saquarema em Foco: Operações Policiais e Segurança Pública
Em meio à megaoperação deflagrada nesta terça-feira (28) na cidade do Rio de Janeiro, o 25° Batalhão de Polícia Militar (BPM), responsável por Saquarema, informou que reforçou o policiamento em toda a Região dos Lagos. A medida, segundo a corporação, é preventiva e tem como objetivo garantir a segurança da população e evitar possíveis reflexos do confronto registrado na capital.
De acordo com a nota divulgada à imprensa, não há registros de ocorrências relacionadas à operação que ocorre no Rio. Mesmo assim, as viaturas do batalhão foram posicionadas em pontos estratégicos dos municípios da região, conforme o planejamento operacional da unidade.
“O policiamento em toda a Região dos Lagos está reforçado e atuando de forma preventiva. Até o momento, não há qualquer registro de ocorrências relacionadas ao conflito ocorrido na cidade do Rio de Janeiro”, informou o 25° BPM.
A corporação destacou ainda que as ações fazem parte de um plano integrado de segurança pública, que prevê respostas rápidas em caso de deslocamento de criminosos para outras áreas do estado.
Uma megaoperação das polícias Civil e Militar nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio, deixou quatro policiais mortos além de oito agentes feridos, na manhã desta terça-feira. De acordo com a Polícia Civil, 60 suspeitos foram mortos. 4 moradores também foram baleados.
Foto: 25º BPM
Uma equipe de policiais civis de Saquarema está na Megaoperação no Alemão e na Penha contra o Comando Vermelho nesta terça-feira (28). A operação causa tem 64 mortos e 81 presos, diversas vias foram fechadas na região metropolitana e as faculdades cancelaram as aulas.
De acordo com as informações, esta é a operação mais letal da história do estado. Ao menos 2.500 agentes das forças de segurança foram as localidades cumprir 100 mandados de prisão ainda no fim da madrugada.
A operação desta terça-feira, que contou com a participação de promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), foi desencadeada após um ano de investigações conduzidas pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE). Entre os alvos, ao menos 30 suspeitos são oriundos do estado do Pará.
Durante a ofensiva policial os criminosos recorreram ao uso de drones para lançar explosivos contra agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), unidade de elite da Polícia Civil fluminense. A ação resultou em intenso confronto e evidenciou o alto poder de organização e reação das facções criminosas na região.
De acordo com a nota divulgada à imprensa, não há registros de ocorrências relacionadas à operação que ocorre no Rio. Mesmo assim, as viaturas do batalhão foram posicionadas em pontos estratégicos dos municípios da região, conforme o planejamento operacional da unidade.
“O policiamento em toda a Região dos Lagos está reforçado e atuando de forma preventiva. Até o momento, não há qualquer registro de ocorrências relacionadas ao conflito ocorrido na cidade do Rio de Janeiro”, informou o 25° BPM.
A corporação destacou ainda que as ações fazem parte de um plano integrado de segurança pública, que prevê respostas rápidas em caso de deslocamento de criminosos para outras áreas do estado.
Uma megaoperação das polícias Civil e Militar nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio, deixou quatro policiais mortos além de oito agentes feridos, na manhã desta terça-feira. De acordo com a Polícia Civil, 60 suspeitos foram mortos. 4 moradores também foram baleados.
Foto: 25º BPM
Uma equipe de policiais civis de Saquarema está na Megaoperação no Alemão e na Penha contra o Comando Vermelho nesta terça-feira (28). A operação causa tem 64 mortos e 81 presos, diversas vias foram fechadas na região metropolitana e as faculdades cancelaram as aulas.
De acordo com as informações, esta é a operação mais letal da história do estado. Ao menos 2.500 agentes das forças de segurança foram as localidades cumprir 100 mandados de prisão ainda no fim da madrugada.
A operação desta terça-feira, que contou com a participação de promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), foi desencadeada após um ano de investigações conduzidas pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE). Entre os alvos, ao menos 30 suspeitos são oriundos do estado do Pará.
Durante a ofensiva policial os criminosos recorreram ao uso de drones para lançar explosivos contra agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), unidade de elite da Polícia Civil fluminense. A ação resultou em intenso confronto e evidenciou o alto poder de organização e reação das facções criminosas na região.
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